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Danilo Cechinatto

Palestrante Educacional Profissional Organizacional Business and Executive Coach

Sobre mim

Olá

Eu souDanilo Cechinatto

Diretor Regional do Instituto EducaJovem

Danilo Cechinatto estudou Psicologia pela FAE Business School e possui formação em Business and Executive Coach. Atualmente faz MBA em Gestão e Liderança de Pessoas e já atuou na área organizacional de empresas nacionais e internacionais. Como palestrante educacional, tem levado aos alunos através da teoria da inteligência multifocal o desenvolvimento da educação socioemocional no ambiente escolar. Danilo também é o Diretor Regional do Instituto EducaJovem, instituição que trabalha na inclusão social e educacional de jovens no Brasil.

Experiência

Treinamento e Qualidade

2009-2012

Treinamento de colaboradores nos requisitos básicos necessários e controle de qualidade definindo padrões em procedimentos, políticas e ações.

Gestão de pessoas

2013-2015

Potencialização, atração e retenção do capital humano formamando profissionais mais bem qualificados e motivados para desempenhar suas funções.

Palestrante educacional

2015-2017

Melhoria dos índices de aprendizagem, redução da indisciplina, aprimoramento das relações e a participação da família na formação dos alunos.

Diretor Regional

2017-2018

Direção do Instituto EducaJovem que tem como essência a transformação social, pois capacita mais de 4 mil jovens em vulnerabilidade social, por ano.

Áreas

Profissional Organizacional

Recrutamento, seleção, orientação, aconselhamento e treinamento profissional, dando atenção à saúde do trabalhador e da organização.

Palestrante Motivacional

Baseia-se em teorias da psicologia, vivências e histórias reais que envolvem a plateia trazendo reflexões aos participantes.

Coordenador Educacional

Tornar o processo de ensino-aprendizagem mais significativo. O trabalho é voltado para que o grupo atinja os resultados desejados.

Analista Comportamental

Aplicação e utilização da teoria dos perfis comportamentais para mapeamento de tendências e perfis pelo software Assessment.

Professional and Self Coach

Processos de Coaching voltado para questões relacionadas a vida pessoal, conduzindo a realização pessoal em diversas vertentes.

Business and Executive Coach

Ação nas empresas por meio de competências empreendedoras e do desenvolvimento de estratégias e planos de negócios eficientes.

230400

ALUNOS ASSISTIDOS

1540

HORAS MINISTRADAS

1160

PALESTRAS REALIZADAS

780

ESCOLAS ATENDIDAS

Publicações

Solidão acompanhada: sentir-se sozinho mesmo rodeado de pessoas

O importante não é o número de pessoas que estão ao seu lado, o importante não é ter milhares de amigos nas redes sociais. O importante é o valor que tudo ao seu redor tem para você, porque você pode estar rodeado por muitas pessoas e, ainda assim, continuar se sentindo sozinho. Trata-se da solidão acompanhada.
Você já sentiu alguma vez que, mesmo estando bem agasalhado, continuava sentindo frio? Você já pensou que, mesmo com muitas pessoas ao seu lado, continua se sentindo sozinho? Você já sentiu que está sozinho e que ninguém pode ajudá-lo? Não conseguiremos preencher esse vazio interior buscando algo fora de nós. Esse vazio é interno, uma questão que precisamos resolver com nós mesmos.
A solidão é uma oportunidade para nos reencontrarmos com nós mesmos; a solidão nos dá permissão para o diálogo interno, para sabermos como e onde estamos, nos conhecermos melhor e saber o que queremos. Quando estamos sozinhos, estamos conosco.

“Você nunca estará só se gostar da pessoa com quem fica quando está sozinho”.
-Wayne Dyer-

Não me sentirei sozinho se eu for a minha melhor companhia. Não me sentirei sozinho se depois de estar em paz comigo mesmo, procurar as outras pessoas. Quando há muito barulho dentro, como poderemos ouvir a música de fora?

Entender a solidão acompanhada e buscar valor de tudo que nos rodeia

Pode ser um erro procurar quantidade, a chave está na qualidade. Eu não preciso de muitos amigos que não me apoiam, que permaneçam muito tempo comigo e não me façam sentir que o “tempo passa voando”. O valor que eu dou a tudo o que me rodeia é o que me faz dar sentido a sua companhia.
Continuarei experimentando uma solidão acompanhada se a minha companhia e a dos outros não me deixarem feliz, continuarei a pensar que ninguém me entende, independentemente do número de vezes que eu repetir a mesma história, continuarei pensando que não querem estar comigo se eu mesmo me valorizo muito pouco. Eu preciso valorizar e sentir gratidão por compartilhar os meus pensamentos, o meu tempo e a minha vida com alguém, mas antes preciso compartilhar comigo mesmo.
Sinta o prazer de estar com você, não só, mas com você mesmo. Você é o único que sempre estará ao seu lado. Agradeça os momentos de solidão que permitem que você se conecte consigo mesmo, conheça-se melhor e entenda que a paz interior é a melhor aliada para realizar qualquer projeto que você pretenda desenvolver fora de si mesmo.

“Um dia a solidão me abraçou de tal forma que eu me apaixonei por ela, chorei como uma criança e lhe contei mil histórias. Conversamos durante longas horas como dois grandes amigos, depois nos despedimos e cada um seguiu o seu caminho. No entanto, nos vemos de vez em quando e fico feliz com a sua visita. Ela continua sendo a mesma: sempre sábia, sempre honesta, sempre pronta “.
-Kelbin Torres-

Dê um sentido para a solidão

O vazio interior será o seu pior inimigo, será uma voz que grita continuamente e pede uma solução enquanto você tenta silenciá-la com um ruído de fundo. Na realidade, o que você precisa é se desconectar do exterior e se conectar com seu “eu” interior.
Tenha um bom relacionamento com você mesmo: saiba ouvir o seu coração, cuide-se e agradeça de vez em quando pelo prazer de estar sozinho e tranquilo. Você não se sentirá sozinho se for uma boa companhia, não terá aquela sensação de ausência indeterminada se estiver completo por dentro; o de fora virá para somar, mas não para suprir as carências internas não resolvidas.
Ame-se como nunca se amou antes, sinta-se tão bem consigo mesmo que desejará estar sozinho pelo menos por um momento. Ouça-se como ninguém o fará, seja o melhor amigo que você gostaria de ter. Com esse vazio interior preenchido, saia e aproveite tudo que a vida lá fora pode lhe proporcionar, com as pessoas que realmente valem a pena, e não aquelas que oferecem apenas uma solidão acompanhada.

Reciprocidade, um dos alicerces dos nossos relacionamentos

Vivemos em uma sociedade onde medimos tudo o que damos e o que recebemos em troca. Passamos muito tempo avaliando o que o outro nos devolve em troca da nossa dedicação: transformamos a reciprocidade em uma moeda de troca.
Provavelmente isso vai nos fazer sofrer, pois muitas vezes recebemos muito menos do que damos. Nos sentimos injustiçados e insatisfeitos com as relações interpessoais. A reciprocidade não é um sofrimento se você perceber que pode desfrutar os relacionamentos, assim como a nossa dedicação aos outros.

Esperar dos outros

Temos uma tendência e esperar demais dos outros, no mínimo a mesma dedicação que nós oferecemos a eles. No entanto, nem sempre é assim. Isto gera sofrimento, frustração e nos sentimos usados, porque poucas vezes somos correspondidos como gostaríamos.
O fato de esperarmos algo dos outros, muitas vezes de uma determinada forma e maneira, pode ser uma dolorosa decepção; nos faz repensar nossa atitude de continuarmos nos doando sem receber nada em troca.

“A amizade é um relacionamento de reciprocidade”.
-Anônimo-

Agradar aos outros

Muitas vezes o que nos motiva a dar algo aos outros é a preocupação com o seu bem-estar. Queremos que esteja bem, que não lhe falte nada, etc. Em princípio, podemos dizer que não queremos nada em troca.
No entanto, quando nos sentimos sozinhos e precisamos de apoio, nos sentimos ainda mais tristes ao perceber a falta de uma resposta. Quando precisamos de “uma mão” e ninguém está disposto a estendê-la, começamos a pensar que o que temos não depende do que damos.

Necessidade de valorização

Muitas vezes, mesmo sem percebermos, muitos dos nossos comportamentos que visam agradar o outro são gerados pela necessidade de receber. Damos desesperadamente porque precisamos de algo em troca.
De forma subconsciente, acreditamos que “se cuidarmos do outro, ele cuidará de nós”. Essa é uma crença equivocada que nos leva ao sofrimento e a conflitos nas relações interpessoais. Já comprovamos mil vezes que isto não é assim, mas estamos convencidos de que “deveria ser assim” e acabamos sofrendo por isso.
É muito mais saudável cuidar de si mesmo sem esperar nada dos outros. Isto não quer dizer que não vamos ajudar ninguém, mas o faremos por vontade própria, sem querer agradar e sem a condição de receber algo em troca.
Dessa forma, a satisfação de ajudar os outros é a única motivação que nos move. A reciprocidade pode até acontecer, mas deixará de ser uma tortura para nós quando acontecer, ou não, de uma forma diferente daquela que esperamos.

Eu tenho direito a reciprocidade

“Eu tenho direito a reciprocidade” significa receber com alegria o que os outros queiram nos dar. Se não esperamos nada de ninguém, a gratidão e a satisfação farão parte da nossa vida.
Dessa forma, entenderemos que a reciprocidade é um ato de liberdade e cada pessoa decide o que quer dar, quando e como. Respeitando a decisão dos outros podemos desfrutar plenamente os benefícios da reciprocidade.

“Ingrato é quem nega o benefício recebido; ingrato é quem o esconde, mais ingrato é quem não o devolve, e muito mais ingrato ainda quem o esquece”.
-Lucius Annaeus Sêneca-

Cada um decide como agir

Cada pessoa decide se quer fazer ou dar algo para os outros. Ninguém deve nada a ninguém, somos livres e não temos obrigação de retribuir.
Então vamos parar de medir o que os outros nos dão; isso é uma decisão deles. Não existe essa obrigatoriedade de dar e receber. Ninguém é obrigado a devolver o que já recebeu.

O equilíbrio nas relações interpessoais

Quando respeitamos as decisões dos outros, descobrimos outra forma de entender os relacionamentos. No entanto, muitas vezes recebemos muito de pessoas que não esperávamos e provavelmente essas pessoas não são as mesmas que receberam muito de nós.
Este é o equilíbrio das relações interpessoais; ele existe de forma natural e nos surpreende a cada momento: muitas vezes recebemos muito e não damos nada ou nos doamos demais e não recebemos nada em troca. A reciprocidade é um instrumento de troca espontânea, de satisfação e de gratidão.
Com o conceito de reciprocidade bem entendido, nos sentiremos mais livres, donos das nossas decisões, aceitando e agradecendo o que os outros queiram nos dar, desfrutando os relacionamentos e tudo que a vida nos trouxer.

7 frases sobre o perdão que irão ajudá-lo a virar a página

O perdão é um ato de piedade, mas principalmente, é um ato de libertação, tanto para quem o recebe quanto para quem o dá. Esse exercício de generosidade consigo mesmo, com o outro ou com vários outros é fundamental para manter a estabilidade emocional, para seguir a leitura ao terminar um velho capítulo e abrir os próximos. É muito complicado estar bem enquanto ainda guardamos rancores, e por isso hoje trago algumas frases sobre o perdão que irão ajudá-lo a virar a página.
Muitas vezes não é fácil perdoar a pessoa que nos feriu, sobretudo quando nosso interior pede vingança ou nossos atos alimentam o ressentimento criado. Mais difícil ainda quando a ferida é causada por alguém que amamos muito, ou temos como muito querida em nosso coração. Por isso, como disse, o perdão é um ato de generosidade, a resolução de um diálogo interno consigo mesmo, cara a cara com nossos nós internos.
Então, o perdão é um ato sublime, que se dá como fruto de um processo de reconciliação. Ele implica um novo pacto, que supõe que não ocorrerão de novo os comportamentos ou problemas que deram origem ao primeiro desentendimento. Vale a pena de qualquer jeito. Por nós mesmos e pelos outros. A seguir compartilho 7 frases que podem nos ajudar nesse caminho.

“Nada pior para a cabeça, e portanto também para o corpo, que o medo, a culpa, o ressentimento e a crítica, que te fazem juiz e cúmplice daquilo que você desgosta”.

-Facundo Cabral-

Perdoar não é fácil

Uma das frases que irão ajudá-lo a perdoar vem da sabedoria de Benjamin Franklin. Ele disse o seguinte: “As três coisas mais difíceis desse mundo são: guardar um segredo, perdoar um erro e aproveitar o tempo”.
O perdão nunca é fácil
, para nenhuma das duas partes. Em ambos os casos há a exigência de uma certa grandeza: quem pede perdão, porque deve reconhecer seu erro e se comprometer a não repetir o comportamento; quem perdoa, porque o ato exige nobreza, generosidade e compreensão das fraquezas do caráter alheio.


Duas frases sobre o perdão que nos ajudam a perdoar

Mahatma Gandhi é o autor de muitas frases que ajudam as pessoas a seguir o caminho do perdão. Na verdade, o perdão estava na base de toda a sua filosofia de vida. Uma dessas frases diz: “Perdoar é o valor dos corajosos. Só aqueles que são muito fortes para perdoar uma ofensa sabem realmente amar”.
Gandhi fazia uma associação entre o perdão e o amor, porque tanto para amar quanto para perdoar é necessário ser forte. Martin Luther King tinha a mesma visão. Ele disse uma vez: “Aquele que é incapaz de perdoar é incapaz de amar”. Há sempre a necessidade de perdão quando se ama… e no perdão sempre há capacidade de amar.

O perdão é uma bênção

William Shakespeare nos oferece uma visão do perdão que revela a grandeza do ato. Não favorece somente quem o está recebendo, mas também quem o está concedendo. Uma de suas frases diz: O perdão cai como uma chuva suave desde o céu até a terra. É duas vezes uma bênção: abençoa quem o dá e abençoa quem o recebe”.


Aquele que perdoa engrandece a si mesmo ao ser uma pessoa capaz de esquecer uma ofensa. É capaz de passar por cima do dano que recebeu para manter a paz com os outros. Aquele que é perdoado recebe sim um benefício, mas não é gratuitamente. Ele também cresce ao reconhecer seu erro e admitir que seu comportamento não foi ideal ou aceitável.

A necessidade de perdoar

Uma das razões mais importantes para perdoar é o fato de que todos os seres humanos cometem erros. Eu, você, quem te magoou e quem você magoou. É o que nos lembra uma frase de Jacinto Benavente: “Só aprendemos a perdoar na vida quando nós mesmos já necessitamos muito que nos perdoassem”. Somos humanos e, mais cedo ou mais tarde, todos precisamos de perdão.
Por outro lado, também existem pessoas que se culpam e se castigam de forma excessiva quando cometem um erro. São aqueles que se sentem eternamente condenados a pedir perdão por tudo que fazem. A respeito dessa situação, Confúcio diz: “Perdoe tudo de quem nada perdoa de si mesmo”. Uma frase que se refere à generosidade de espírito.

Perdoando o sossego vem

Demián Bucay também nos lembra dos grandes benefícios que quem perdoa alcança. Uma de suas reflexões fala sobre isso: “Após uma ofensa, a maneira de recuperar o sossego, de ganhar liberdade e equilíbrio psicológico é perdoar. Só assim curaremos nossa ferida e evitaremos que o ressentimento nos paralise.”


Essa frase final é a cereja do bolo. Os rancores têm uma força enorme, e se alimentam sozinhos por meio da ruminação. Quando são muito intensos e se mantêm por muito tempo, acabam paralisando a pessoa no tempo. Limitando a vida emocional e impedindo qualquer avanço.
Tenha essas frases sobre o perdão em mente para quando você precisar de uma ajuda para perdoar. O perdão liberta e engrandece. O importante é fazê-lo de coração e por inteiro. Não é um simples ritual para eliminar a culpa, e sim um grande e maravilhoso ato que deve conduzir todos os envolvidos ao crescimento pessoal.

Como manter o equilíbrio psicológico?

Manter o equilíbrio psicológico significa manter uma certa estabilidade em termos de humor, emoções e sentimentos. Envolve também reagir psicologicamente com moderação diante dos vários estímulos externos, de forma equilibrada e mantendo um certo autocontrole de impulsos e da vida instintiva.
Pelo contrário, dizemos que uma pessoa é desequilibrada quando é muito sensível aos eventos externos, reagindo exageradamente diante eles. Uma pessoa desequilibrada psicologicamente tem uma afetividade frágil e instável.
A pessoa que não mantém o equilíbrio psicológico é capaz de entrar em colapso diante de qualquer acontecimento. Poderá cair no desânimo, na tristeza ou pessimismo facilmente. Às vezes, a falta de equilíbrio provém, paradoxalmente, de um equilíbrio exagerado.
Esse equilíbrio exagerado reflete uma anomalia psíquica mais ou menos grave. Este é o caso de pessoas que não têm sentimentos. Elas podem ser pessoas sem compaixão, consciência ética, vergonha, etc.

Cada pessoa tem o seu próprio equilíbrio psicológico

Há casos em que a falta de equilíbrio psicológico é devido a uma doença mental. Nestes casos, será necessário combatê-lo através de um tratamento adequado. No entanto, muitas outras vezes é um problema de personalidade. Nestes casos, a questão que surge é como obter uma personalidade equilibrada.
Cada pessoa é um mundo com características próprias. Seria uma utopia tentar explicar em detalhes o modo de ser que traria equilíbrio psicológico a todas as pessoas. Para isso, não é necessário mudar o nosso jeito de ser até que se configure uma personalidade mais ou menos padronizada.
Agir dessa forma seria mais um ataque à nossa própria identidade. No entanto, há uma série de fatores psicológicos que são os ingredientes fundamentais de uma personalidade em equilíbrio. Sem eles, uma pessoa estará exposta ao colapso.

O autoconhecimento para manter o equilíbrio psicológico

Em primeiro lugar, é essencial conhecer a si mesmo. Isso pode ser alcançado através de uma análise das nossas habilidades e limitações. É necessário conhecer as nossas aptidões e o que somos capazes de fazer, bem como o que é difícil, quase impossível, devido às nossas limitações no campo físico ou intelectual.
O autoconhecimento requer uma análise introspectiva. Isso significa avaliar o nosso modo de ser e as nossas capacidades, nos voltando para dentro de nós mesmos. Requer também uma análise extrospectiva, isto é, nos conhecermos pelas nossas obras, pelo que conseguimos fazer até o presente momento.
Os dois tipos de análise são difíceis. Quando somos juízes de nós mesmos, colocamos em prática mecanismos de defesa e autojustificação que fazem com que esses critérios percam a objetividade. Portanto, devemos também contrastar essa informação com a de outras pessoas confiáveis.
Uma vez que nos conhecemos, fica mais fácil estabelecer um projeto de vida coerente que seja viável dentro da estrutura das nossas próprias possibilidades. Dessa forma, poderemos alcançar uma certa constância diante das adversidades e uma maior autoconfiança.

O problema de pensar com o coração e não com a cabeça

Muitas vezes, os desequilíbrios provêm de nos vermos subjugados pela nossa afetividade. Nós pensamos com o coração e não com a cabeça. No entanto, também não é conveniente se tornar uma pessoa fria e excessivamente racional.
Devemos tentar alcançar um equilíbrio entre o racional e o afetivo.Este equilíbrio nos permitirá resolver os problemas e circunstâncias de forma realista e objetiva, sem dramatizar e sem deixarmos de sermos nós mesmos, analisando-os com simplicidade e naturalidade.
Da mesma forma, cuidar de alguns aspectos sociais pode ser de grande importância. Devemos tentar estabelecer relações sociais, familiares ou amorosas suficientemente amplas e sinceras, com um espírito aberto, tolerante e flexível.
Cuidar desses aspectos sociais ajuda a alcançar uma personalidade equilibrada que não é focada em si mesma, mas também nos outros. Dessa forma, a sua vida será enriquecida, abrindo-se para horizontes mais amplos.
Finalmente, o trabalho também é importante. É tão prejudicial trabalhar demais quanto se dedicar pouco a alguma tarefa profissional, tentando satisfazer apenas desejos superficiais ou meramente materiais. Em ambos os casos, isso acaba provocando um desajuste da personalidade e um desequilíbrio psicológico profundo e sério.
Talvez você tenha perdido o seu equilíbrio em algum momento, mas não é impossível recuperá-lo. Como podemos ver, para manter o equilíbrio psicológico devemos nos conhecer, estabelecer um projeto de vida coerente, cuidar das nossas relações sociais, etc. Só assim alcançaremos o equilíbrio psicológico desejado.

Suicídio: a dor que quer se acabar

O que leva uma pessoa a querer cometer suicídio? O que motiva alguém produzir em si a dor de uma autoagressão? Por qual razão alguém perde o sentido da vida e não quer mais vivê-la? Ou o que traz esta dor que não pode calar e que quer se acabar?
O suicídio leva a muitos questionamentos, mas uma coisa é certa:
ninguém quer deixar de viver, o suicida não quer acabar com a própria vida, ele quer acabar com o sofrimento.
Este sofrimento é tão forte, tão cruel, tão profundo, que nada parece fazer sentido. A família, os amigos, a profissão, o dinheiro, a esperança, nada mais existe. Apenas aquele vazio, aquele buraco onde deveria haver tantos sentimentos, mas eles já se foram…
As forças para lutar se acabaram, e o que sobrou é usado para um último ato, na busca errônea pela solução de todos os problemas. E este ato, quando consumado, põe fim a uma vida, uma história, um destino e toda uma existência.

Quem fica sofre muito, é muito difícil compreender, aceitar

Vêm os questionamentos, a negação, a raiva, a culpa, a decepção, e muitos sentimentos negativos, pois ninguém espera que isto aconteça. A morte é dolorosa e o luto sempre vem acompanhado de sofrimento, mas, quando a morte foi uma escolha, uma decisão, um grito de socorro impossível de ser atendido, a dor é muito maior, não há comparação.
Quando se sobrevive a uma tentativa de suicídio parece que a pessoa vive um misto de gratidão com decepção, que depende do nível no qual está o vazio e a desesperança. Ao mesmo tempo em que se questiona por que não conseguiu, também se questiona se não é uma nova oportunidade de viver que está tendo e que deve aproveitar, mas ainda não sabe como. Se encontrar a ajuda certa é possível perceber outras saídas, entretanto, se não tiver esta ajuda necessária, em breve tentará de novo, e desta vez pode conseguir.
Ao vivenciar este sofrimento e viver com esta dor é muito difícil perceber que há uma realidade diferente para si mesmo, não se vê uma luz no fim do túnel, não se percebe uma saída. Tudo parece cinza, nada traz alegria e prazer, não existem bons sentimentos.
A incompreensão das pessoas que estão ao redor é dolorida, pois é realmente difícil entender por que algumas pessoas não querem continuar vivendo suas vidas, apesar de para os outros parecer boa.
Por isso é muito importante entender que o suicídio não é frescura, não é brincadeira, mas, é algo muito sério, é um grito de socorro, é um desespero profundo, uma dor insuportável, uma necessidade urgente de sair do sofrimento em que se encontra e nada mais consegue aplacar.
Ao passo que a pessoa em risco de suicídio percebe que alguém entende e acolhe sua dor, sabe que é aceita, compreendida e amada, pode começar a se aceitar, compreender, se amar e deixar o desejo de pôr fim a sua vida de lado, pois sua dor é aplacada, suas esperanças são renovadas, a luz no fim do túnel se torna visível e novas possibilidades são visualizadas.
Mas a luta continua, o que foi renovado deve continuar em constante aperfeiçoamento, tanto da parte da pessoa que desejou morrer quanto das pessoas ao seu redor, até que seja extinta esta possibilidade.
Acompanhamento psicológico é de extrema importância em todo o processo, e o uso de medicamentos, com acompanhamento psiquiátrico, pode ser necessário por um bom tempo, pois ambos ajudam muito a pessoa a refletir, a repensar sua vida e seus hábitos. A psicoterapia trabalhará a raiz do problema, fortalecendo a pessoa e a tornando capaz de não voltar ao fundo do poço onde se encontrava.
E é tão bom ver novas possibilidades, recomeçar, reinventar a vida, ressignificar as dores e experiências, superar o passado, aproveitar o presente e vislumbrar um futuro melhor! Saiba que é possível, com ajuda correta muitos conseguiram e você também vai conseguir!

Como se preocupar menos: 4 dicas para reduzir as preocupações cotidianas

Como se preocupar menos se as preocupações nos abordam desde as primeiras horas da manhã? Não nos largam nem nos nossos sonhos quando temos assuntos pendentes para resolver. O ritmo acelerado de vida no qual a nossa sociedade está imersa na maioria das vezes nos impede de saborear os momentos com calma ou de observar o que está acontecendo conosco a partir de outras perspectivas.
É importante entender que, se queremos nos preocupar menos, é necessário mudar a nossa forma de pensar e ver o mundo. Isso quer dizer que precisamos abandonar a famosa crença de que a preocupação é importante e tem um papel positivo.

“Se eu não estiver preocupado, eu não produzo”.
 Nem sempre é assim. Na verdade, quando estamos preocupados gastamos uma grande parte do nosso tempo simplesmente pensando. Uma vez que nos damos conta de que a preocupação é uma armadilha mental, pouco a pouco podemos ir desativando os pensamentos negativos para recuperar o controle de nossa mente.
Isso não quer dizer que não existam preocupações positivas que nos estimulem a agir e a resolver um problema. Claro que isso acontece. O problema existe, na verdade, quando as preocupações se tornam recorrentes e incontroláveis, de forma que ao invés de funcionarem como impulso, acabam nos paralisando. Além disso, as preocupações também podem afetar de forma negativa tanto a nossa saúde emocional quanto física.
A seguir, vamos propor algumas dicas de como se preocupar menos e reduzir as preocupações cotidianas.
Como se preocupar menos

Meditar

A meditação é ideal para reduzir as preocupações do dia a dia, já que ela nos ajuda a desconectar do ruído, tanto interior quanto exterior. Além disso, também nos permite mudar nosso foco. O fato de focar a atenção no presente torna possível interromper o interminável ciclo de preocupações relacionadas com o passado e o futuro.
Do mesmo modo, a meditação é uma forma de observar como funciona nossa mente e, consequentemente, de aprender os padrões de pensamentos que temos, aqueles rígidos e negativos que eventualmente tomam conta de nós. Para isso, só precisamos buscar um lugar confortável e tranquilo e começar a focar a atenção na respiração.
Além disso, segundo alguns estudos, praticar meditação nos ajuda a reduzir os níveis de estresse e ansiedade, sendo útil na hora de diminuir as preocupações cotidianas, mas também para outros objetivos.

Planejar um momento para se preocupar

Em alguns casos pode ser muito útil reservar alguns minutos do dia para se preocupar. Planejar em que momento do dia vamos fazer isso e dedicar um tempo para as preocupações é um poderoso exercício que poderá ajudar a gerir melhor essas crenças que ficam dando voltas em sua mente.
Tenha em conta que dedicar um tempo exclusivo para suas preocupações também vai ajudar a economizar tempo, pois fora desse momento, em todos os outros você deverá deixar as preocupações de lado e esperar a hora certa para pensar nelas.

Fazer exercícios

O exercício ajuda a relaxar, favorece um bom sono, serve como distração para as preocupações cotidianas, aumenta a autoestima e faz com que nos sintamos melhor.
Além disso, os benefícios mais notáveis aparecem quando praticamos exercícios de forma regular. As pessoas que fazem exercício com assiduidade têm uma menor probabilidade de sofrer de ansiedade em relação àquelas que não têm nenhum tipo de treino na sua rotina.
Pesquisadores confirmam que o exercício físico reduz a ansiedade, melhora o bem-estar emocional e aumenta a energia. Inclusive, considera-se que a prática de exercício também tem um papel importante no tratamento de pessoas que sofrem de transtornos de humor, como a depressão.

Falar de suas preocupações

Se você pensava em como se preocupar menos, e achava que para isso deveria ignorar totalmente seus problemas, estava enganado. Na verdade, outra das chaves para reduzir as preocupações cotidianas é falar sobre elas com pessoas de confiança, pessoas que escutam sem julgar, criticar, e que são capazes de prestar atenção no que você está dizendo sem se distrair. Claro, isso deve ser feito na hora específica que você destinou para suas preocupações, conforme falamos acima.
Quando as preocupações começam a girar em uma espiral em nossa mente, e ela vai se tornando cada vez maior, tente falar com outras pessoas. Com certeza isso vai ajudar a reduzir seus medos, a ver o que está acontecendo com você a partir de outra perspectiva, ou simplesmente pode ajudar por se sentir ouvido. Dessa forma, suas preocupações começarão a perder o protagonismo em sua mente.
Manter-se preocupado só alimenta o círculo vicioso do medo e da ansiedade. Por isso, é recomendável dizer seus pensamentos em voz alta. Além disso, quando estamos no meio do mar agitado das preocupações, é muito mais difícil encontrar um momento de calma. De fato, na maioria das vezes aquilo que está nos causando preocupação não vai acontecer, ou ao menos não como imaginávamos que aconteceria.
Como podemos ver até aqui, o importante é aplicar essas estratégias que nos permitam mudar nossa perspectiva para observar o que está acontecendo através de um novo olhar. Por meio de uma visão que nos tranquilize, poderemos buscar alternativas que permitam colocar soluções em prática.

“A catástrofe que tanto te preocupa muitas vezes será menos horrível na realidade do que foi na sua imaginação”.
-Wayne W. Dyer-

Depoimentos

Escrevo pra agradecer por algo que você nem sabe que fez, lavou minha alma. Suas palestras são emocionantes, nunca passei por experiência tão gratificante em toda minha existência, você está no caminho certo. Sou uma pessoa com esses sonhos, me vi em você! Sua história é linda! Sabe, você direciona as pessoas e consegue tocá-las bem lá na alma, com uma simplicidade incrível! É uma mistura de humor, com aventura, tristeza e motivação. Obrigado por aquelas palavras! Vou guardá-las e semeá-las por aí. Você é uma inspiração!

Danyela Rodrigues

Danilo Cechinatto, gostaria de te agradecer por cada palavra que disse na palestra, me ajudou bastante! Você soube tocar no mais profundo da minha alma. Cheguei em casa e fiquei refletindo cada palavra, chorei! Agradeço a Deus pela sua vida e por ter te conhecido. Como você disse, todos tem um anjo, você foi o meu! Obrigada.

Karolliny Goulding

Assisti à palestra do Danilo Cechinatto e, assim como os outros alunos, fiquei presa a cada minuto que ele falava. Fiquei maravilhada com as palavras e principalmente com a história, foi uma motivação e tanto. A melhor palestra que já assisti; depois fiquei refletindo muito. Enfim, obrigada, obrigada e obrigada. Admiro-o muito pelo simples fato de conhecer sua história de vida!

Thaywane Liberal

Danilo Cechinatto
(85) 99721-3042
Curitiba, Paraná

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